Grupo Cênico Regina Pacis
 
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O Ínicio




Um grupo de jovens ligados à Igreja Matriz de São Bernardo do Campo resolveu fazer um piquenique no feriado de 21 de abril do ano de 1962, na chácara de um de seus integrantes. As moças pertenciam à Irmandade das Filhas de Maria e os rapazes à Irmandade dos Marianos. Nesse encontro, entre as brincadeiras, os jogos e os comes e bebes um dos jovens, Antonino Assumpção, que se sobressaía por sua liderança, sugeriu a criação de um grupo de teatro. A proposta foi aceita de imediato e assim nasceu o Grupo Cênico Regina Pacis, um nome em latim extraído de uma das orações feitas em louvor a Nossa Senhora - Regina Paccis, que significa Rainha da Paz. O nome escolhido tinha tudo a ver com o universo religioso que essa moçada vivenciava no seu dia a dia nas atividades da paróquia central da cidade

As primeiras apresentações foram breves esquetes. Em seguida, já desvinculado da Igreja a Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem", onde iniciou suas atividades e agregando novos integrantes, o Regina Pacis encenou as peças: Prima Donna, Cem Gramas de Homem, A Dor de Dentes, O Segredo do Padre Jeremias, Paixão de Cristo, ensaiadas e mostradas no Anfiteatro do Colégio São José em São Bernardo do Campo e também em outros espaços adaptados, pois ainda não havia nenhum teatro na cidade.

Dessas primeiras montagens, todas sob a direção de Antonino Assumpção e cenários de José Ferreira da Silva, participaram: Antonio de Abreu, Antonio Barbieri, Antonio Bechelli, Arnaldo Bechelli, Carlos de Abreu, Cecília Vanzella, Célia Lisboa, Cláudio Rossi, Clementina Zampieri, Delazir Lotto, Dilma de Mello, Inês Vanzella, Manoel Vanzella, Marli Legagnoli, Marta Megiolaro, Nilson Antonio Corradi, Oswaldo Próspero, Raquel Carlone, Roberto Próspero, Sidnei Próspero, Waldir Marques e Waldomiro Puglia.

Logo nos primeiros anos, o grupo partiu para textos mais elaborados, começou a participar de festivais, ganhou prêmios e se estruturou com uma turma de dedicados e abnegados artistas que, durante todos esses anos, sempre sob a liderança de Antonino Assumpção, fizeram a história do Regina Pacis. São eles: Alcides Medici, Ana Maria Medici, Boni Carvalho, Cleide Breda, Cristina Bonagamba, Elenice Vieira, Emeri Guglielmetti, Fátima Lucas, Hélio Roberto de Lima, Hilda Breda, José Antonio Guazzelli, José Luiz do Prado, José Monteiro Alves, Leodelina Montibeller, Mariluci Nogueira, Reginaldo Lucas, Sergio Luiz Rossetti, Vilma Breda e Viva Ramos. Muitos deles em atividade até hoje, outros que, por diversos motivos, tiveram que se afastar e, ainda aqueles que, infelizmente, faleceram.

Desde o início o Regina Pacis adotou uma característica que sempre o distinguiu: responsabilidade social e cultural, qualidade artística e o fato de nenhum de seus integrantes receber por suas atividades.


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